segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Festividade de São Francisco Xavier


Lara Pena e Maria Júlia - Diversão no Arraial de São Francisco Xavier
Este ano a Festividade iniciou no dia 24 de novembro  com encerramento no dia 03 de dezembro. A festa de São Francisco  Xavier acontece todos os anos, uma realização da Igreja Católica.
São Francisco Xavier é o Padroeiro da cidade de Senador José Porfírio, santo que tem muitos devotos.
A festa inicia com uma “meia lua”, uma espécie de procissão fluvial, que acontece em frente a cidade por volta das 12 horas, durante a noite o primeiro momento é o religioso com as tradicionais missas, logo em seguida vem o arraial festivo na área livre do Salão Paroquial, onde acontece as brincadeiras, leilões e o famoso bingo.
Donativos para o Leilão
O Leilão é basicamente de doações de patrocinadores da festa e comunidade em geral e contribui com gêneros diversos.
A primeira noite foi de responsabilidade da SEMED - Secretaria Municipal de Educação e Escolas da Zona Urbana.
A segunda noite ficou porc conta da Associação dos Pilotos de Voadeira.

Antonio Maria Belo e Família
Durante a festividade as famílias aproveitam para se confraternizarem no arraial, após terem paraticiapados da missa, muitos aproveitam para fazer um banquete com comidas típicas da região, como, por exemplo o tacacá, a galinha caipira, carne de sol entre outras delícias.
João Pena e Maria Sales
 
Dona Piedade Mendes e Família
Professora Bernadeth e Esposo

A primeira noite de arraial contou com um belissimo show do artistia conhecido como “Federal” que cantou músicas MPB, Forró, Xote entre outros rítimos deixando o arraial mais animado, na segunda noite o show foi de um grupo de garotos intitulados “Juventude Sertaneja” que agraciou o público tocando o rítimo fazendo jus ao nome do grupo.
Conheça a História de São Francisco Xavier

Procissão de 2011 - São Francisco Xavier

São Francisco Xavier, nascido Francisco de Jaso y Azpilicueta, (Xavier, 7 de Abril de 1506 - Sanchoão, 3 de Dezembro de 1552) foi um missionário cristão do padroado português e apóstolo navarro. Pioneiro e co-fundador da Companhia de Jesus, a Igreja Católica Romana considera que tenha convertido mais pessoas ao Cristianismo do que qualquer outro missionário desde São Paulo, merecendo o epíteto de "Apóstolo do Oriente". Ele exerceu a sua actividade missionária no Oriente, especialmente na Índia e no Japão. É o padroeiro dos missionários, da Diocese de Registro (SP) e também um dos padroeiros da Diocese de Macau.
Infância e mundo
Francisco Xavier nasceu no castelo da família em Xavier, no Reino de Navarra, a 7 de Abril de 1506, segundo o registo mantido pela sua família. Filho de famílias aristocráticas navarras, era o filho mais novo de Juan de Jasso (conselheiro da corte do Rei João III de Navarra) e de Maria de Azpilicueta y Xavier, única herdeira de duas famílias nobres de Navarra. Seguindo a tradição basca de atribuição do sobrenome, foi baptizado herdando o nome de sua mãe, de Xavier. O seu nome é correctamente escrito Francisco de Xavier e não Francisco Xavier, já que Xavier provém do nome da terra da qual a família é originária. Nem Francisco Javier, já que essa é a grafia castelhana. Além disso, Francisco de Xavier desempenhou o seu apostolado em território português e essa é a pronúncia portuguesa da mesma palavra.
Em 1512, tropas castelhanas e aragonesas, comandadas por Fadrique Álvarez de Toledo, 2º Duque de Alba, atacam o Reino de Navarra. A família de Francisco está do lado da resistência ao invasor estrangeiro, mas a conquista consolida-se em 1515, quando Francisco tem oito anos. Depois de uma tentativa de reconquista franco-navarra em 1516, na qual os irmãos de Francisco tomam parte, a muralha, os portões e duas torres do castelo da família são destruídos, assim como o fosso que é tapado, a altura da torre de menagem reduzida para metade e as propriedades da família confiscadas. Só a residência da família dentro do castelo é poupada. Os irmãos de Francisco são encarcerados nas masmorras e condenados à morte, tendo no entanto obtido uma amnistia e sido libertados.
Durante muito tempo deste período conturbado, Francisco não se encontrava em casa. O pai de Francisco morrera quando este tinha apenas nove anos e sua mãe, querendo que o filho estudasse, procurara enviá-lo para a universidade. No entanto, apesar das boas universidades castelhanas, como a de Salamanca e a de Alcalá, a mãe de Francisco não desejara naturalmente instruí-lo nas escolas do invasor, pelo que, aos catorze anos, o enviara para o Colégio de Santa Bárbara, em Paris, dirigido pelo português Diogo de Gouveia.
No Colégio de Santa Bárbara, Francisco de Xavier foi preparado para prestar provas de admissão à universidade, completando estudos em filosofia, literatura e humanidades. É ainda aqui, que aprende a dominar as línguas francesa, italiana e alemã. É lá que vive todo o período que passa em Paris, primeiro como aluno e mais tarde como professor de filosofia do Colégio de Beauvais. Consta que terá feito grande sucesso entre os colegas por ser um rapaz muito inteligente, de espírito vivo e conversa fácil, bem constituído e bonito. Há relatos de que numa competição entre estudantes na ilha do rio Sena ter-se-á consagrado como campeão do salto em altura. É neste período que tem como colegas de quarto o francês Le Fèvre e o basco Inácio de Loyola, que dão ao seu grupo o nome de Societas Jesus, latim para Sociedade de Jesus, que mais tarde se viria a tornar a Companhia de Jesus.
É no ano de 1534 que este grupo de devotos amigos, com mais quatro companheiros: Alfonso Salmeron, Diego Laynez, Nicolau Bobedilla e o português Simão Rodrigues, fundam a Companhia de Jesus, congregação religiosa destinada ao ensino, à conversão e à caridade. Fazem voto de pobreza e pedem ao Papa que os reconheça oficialmente.
Enquanto anseia o reconhecimento do Papa, que só acontecerá em 1541, o grupo parte para Veneza com o objectivo de alcançar a Terra Santa. É aí, a 24 de Junho de 1537, que Francisco de Xavier é ordenado padre. Não chegando a pisar a Terra Santa em virtude da guerra entre venezianos e turcos, o grupo parte para Roma, onde Francisco serve por um breve período.
Missionário do padroado português
Em Roma, Francisco de Xavier sente-se muito abalado pela conquista do Reino de Navarra pelo Reino de Castela. É nesse momento que Dom João III, Rei de Portugal, depois dos sucessivos apelos ao Papa Paulo III para que este lhe envie missionários para espalhar a fé cristã pelos territórios descobertos pelos portugueses, é aconselhado entusiasticamente pelo director do Colégio de Santa Bárbara, Diogo de Gouveia, a chamar para os Reino de Portugal os jovens cultos e inteligentes da Companhia de Jesus, que este lhe recomenda. Dom João&nsbp III pede assim ao embaixador de Portugal em Roma que sonde o grupo e é aí que Francisco de Xavier descobre um caminho para pôr em prática a sua vocação missionária. É escolhido por Inácio de Loyola e chega a Portugal em 1540.
Francisco de Xavier parte de Lisboa para a Índia no ano seguinte, a 7 de Abril, acompanhado de outros dois jesuítas, Francisco de Mansila e Paulo Camarate. Partem a bordo da nau Santiago, onde viajava Martim Afonso de Sousa, que ia tomar posse do cargo de governador na Índia.
Em Agosto ancoraram junto da ilha de Moçambique. Nessa altura do ano, os ventos adversos impediram a continuação regular da viagem, tendo a nau invernado ali durante seis meses. Francisco dedicou o seu tempo ao auxílio e tratamento dos doentes. Tendo-se feito de novo ao mar, a nau voltou a aportar em Melinde. Aí, Francisco de Xavier conseguiu de imediato converter alguns africanos, e desejou por força lá permanecer, ao que não foi autorizado por Martim Afonso de Sousa, por essa decisão ser contrária às instruções do Rei.
A nau Santiago ancorou em Goa, a então capital do Estado Português da Índia, a 6 de Maio de 1542.
Goa
Sabe-se, através das cartas a Inácio de Loyola, que as primeiras impressões de Francisco Xavier sobre Goa foram muito favoráveis, tendo ficado entusiasmado com a quantidade de indianos que falavam português, com a quantidade de igrejas e de convertidos. No entanto, à medida que foi conhecendo melhor a cidade, apercebeu-se de que muitos dos convertidos praticavam ainda paralelamente cultos hindus e que muitos portugueses davam também eles mau exemplo, defendendo as virtudes cristãs mas não as praticando. Estrategicamente, decidiu assim dedicar-se numa primeira fase a reencaminhar os portugueses para a verdadeira fé, tendo só posteriormente iniciado o seu trabalho de conversão.
Quando iniciou as conversões, dedicou-se primeiramente às crianças e só depois aos adultos. Todo o tempo que lhe sobrava era dedicado a visitar as prisões, a tratar dos doentes no Hospital Real e dos leprosos no Hospital de São Lázaro. É aí que começa a escrever um catecismo que veio a ser traduzido para várias línguas asiáticas.
Primeira Missão
A 20 de setembro de 1543, parte na sua primeira acção missionária para a costa a que os portugueses chamavam “Costa de Pescaria”, na costa este do Sul da Índia, a norte do Cabo Comorim, território dos paravás. Nesta região, a prática da pesca era muito popular, prática essa que não era bem encarada pela religião hindu, que reprova a morte de animais. Os pescadores da região foram, portanto, muito receptivos à religião cristã, que não os criticava pela profissão que levavam, usava um peixe como um dos seus símbolos e cujos primeiros apóstolos eram pescadores de peixe tornados “pescadores de homens”.
Ficou a viver numa gruta nas rochas junto ao mar em Manapad, catequizando as crianças paravás intensivamente durante três meses em 1544. Concentrou-se então em converter o rei de Travancore ao Cristianismo, tendo visitando também o Ceilão (actual Sri Lanka). Insatisfeito com os resultados da sua actividade, partiu ainda mais para oriente em 1545, planejando uma viagem missionária a Macáçar, na ilha de Celebes (actual Indonésia). Francisco levou alguns destes paravás consigo até Goa, onde os pôs a estudar no seminário, tendo-se eles tornado por sua vez missionários.
Sendo o primeiro jesuíta na Índia, Francisco cometeu alguns erros que levaram a que as suas missões não fossem mais bem sucedidas. Não respeitando a religião hindu, não tentou fazer a transição desta para o Cristianismo de forma gradual, caindo na tentação de apostar em fazer uma conversão demasiado rápida e brusca. Também não tentou converter primeiro as classes altas para depois chegar aos pobres. Pelo contrário, procurou converter os pobres directamente, como Jesus Cristo.
Malaca
Em outubro, aportou na também portuguesa Malaca. Tendo sido forçado a esperar três meses por um barco para Macáçar, desistiu desse objectivo e partiu de Malaca a 1º de janeiro de 1546 para as ilhas de Amboino, onde permaneceu até meados de junho.
Visitou, depois, outras das ilhas Molucas, incluindo Ternate e Morotai. Pouco depois da Páscoa de 1546, regressou às ilhas de Amboino e, posteriormente, a Malaca. Nesse período, frustrado pelas elites de Goa, São Francisco escreve ao Rei Dom João III de Portugal pedindo que fosse instalada em Goa uma Inquisição. Esta Inquisição, à qual o rei se mostrou resistente, como se mostrara à sua presença em Lisboa, viria a ser instalada só oito anos após a morte de Francisco de Xavier.
O trabalho de Francisco de Xavier inaugurou mudanças permanentes nas ilhas que configuram a Indonésia Oriental, tendo-se tornado conhecido como o “Apóstolo das Índias” quando, entre 1546 e 1547, trabalhou nas ilhas Molucas, cavando os alicerces para uma missão permanente. Baptizou milhares de pessoas. Depois de partir desta região, o seu trabalho foi continuado por outros, sendo que na década de 1590 já havia entre 50.000 e 60.000 católicos na região, sobretudo nas ilhas de Ambonio.
Em dezembro de 1547, em Malaca, Francisco de Xavier conhece o aventureiro e futuro escritor Fernão Mendes Pinto, que regressava do Japão e trazia consigo um nobre japonês de nome Angiró, natural de Cagoxima. Angiró ouvira falar de Francisco em 1545 e viajara de Cagoxima para Málaca com o propósito de o conhecer. Angiró tinha sido acusado de assassínio e fugira do Japão. Abriu o seu coração a Francisco, confessando-lhe a vida que levara até ali, mas também os costumes e cultura da sua amada terra natal. Angiró é baptizado por Francisco Xavier e adopta o nome português de Paulo de Santa Fé. Angiró era samurai e, como tal, tornar-se-ia um valiosíssimo mediador e tradutor para uma missão ao Japão que assim se tornava cada vez mais próxima da realidade.
“Perguntei a Angiró se os japoneses se tornariam cristãos se eu fosse com ele ao seu país e ele respondeu-me que eles não o fariam imediatamente, mas que primeiro me fariam muitas perguntas para saberem o que eu sabia. Acima de tudo, que eles quereriam saber se a minha vida corresponderia ao meu ensinamento”.
Regresso à Índia                                        
Regressado à Índia em janeiro de 1548, passa os quinze meses seguintes com variadas viagens e tomando medidas administrativas na Índia. Devido ao que considerou um estilo de vida não-cristão por parte de muitos portugueses, que lhe impedia o trabalho missionário, viajou para o sudeste. Partiu de Goa a 15 de abril de 1549, parou em Málaca e visitou Cantão, na China. Foi acompanhado por Angiró, pelo padre Cosme de Torres, pelo irmão João Fernandes e por outros dois homens japoneses que estudaram em Goa para servirem de intérpretes. Levou também consigo inúmeros presentes para o “rei do Japão”, já que tencionava apresentar-se perante ele como representante da cristandade.
Japão
Alcançaram o Japão a 27 de julho de 1549, mas só a 15 de agosto é que foram autorizados a aportar em Kagoshima, o principal porto da província de Satsuma, na ilha de Kiushu. Foi recebido amigavelmente e ficou hospedado pela família de Angiró até outubro de 1550. Entre outubro e dezembro desse ano, residiu em Yamaguchi. Pouco antes do Natal, partiu para Quioto, mas não conseguiu autorização para visitar o imperador. Regressou a Yamaguchi em março de 1551, onde o daimio daquela província o autorizou a pregar. Contudo, faltando-lhe a fluência na língua japonesa, teve de se limitar a ler alto a tradução do catecismo feita com Angiró.
Francisco teve um forte impacto no Japão, tendo sido o primeiro jesuíta a lá ir em missão. Levou com ele pinturas da Virgem Maria e da Virgem com Jesus. Estas pinturas ajudaram-no a explicar o Cristianismo aos japoneses, já que a barreira de comunicação era enorme, visto o japonês ser uma língua diferente de todas as que os missionários tinham até aí encontrado.
Os japoneses não se revelaram pessoas facilmente conversíveis. Muitos eram já budistas. Francisco de Xavier teve dificuldade em explicar-lhes um conceito de Deus segundo o qual Deus criara tudo o que existe. Aos seus olhos, Deus seria então responsável também pelo Mal e pelo pecado, algo que era para eles uma acção incompreensível da parte de Deus. O conceito de Inferno foi também difícil de explicar, pois os japoneses não aguentavam a concepção de que os seus antepassados podiam estar num Inferno eterno do qual era impossível libertá-los. Apesar das diferenças religiosas, Francisco de Xavier terá sentido que os japoneses eram um povo bom, como os povos europeus, e que por isso poderiam ser convertidos.
Xavier foi bem acolhido pelos monges da escola de Shingon, por ter usado a palavra “Dainichi” para descrever o Deus Cristão. Depois de ter aprendido mais sobre as nuances da palavra, Francisco pasou a usar a palavra “Deusu”, da palavra latina e portuguesa “Deus”. Foi nesse momento que os monges se aperceberam que ele pregava uma religião rival. No entanto, Francisco sempre respeitou o povo que o acolheu, tendo aprendido japonês, deixado de comer carne e peixe, e cumprimentava os senhores com vénias profundas, tendo chegado em algumas circunstâncias a vestir-se com trajes japoneses, tudo para ser melhor aceite.
Com a passagem do tempo, a missão de Francisco de Xavier no Japão pôde ser considerada muito frutuosa, tendo conseguido estabelecer congregações em Hirado, Yamaguchi e Bungo. Xavier continuou a trabalhar durante mais de dois anos no Japão, tendo escrito um livro em japonês sobre a criação do mundo e a vida de Cristo, até a chegada dos jesuítas que o vieram suceder, cujo estabelecimento supervisionou.
 De novo na Índia
É aí que decide regressar à Índia. Nessa viagem, uma tempestade força-o a parar numa ilha perto de Cantão, na China, onde já estivera. Encontra assim o rico mercador Diogo Pereira, um velho amigo de Cochim, que lhe mostra uma carta proveniente de portugueses mantidos prisioneiros em Cantão, pedindo um embaixador português que intercedesse a seu favor junto do Imperador.
Mais tarde durante a viagem, pára de novo em Malaca a 27 de Dezembro de 1551 e estava de volta a Goa em Janeiro de 1552.
É a 17 de Abril que parte com Diogo Pereira a bordo da nau Santa Cruz, a caminho da China. Apresenta-se como representante da cristandade e Pereira como embaixador do Rei de Portugal. É pouco depois que se apercebe que se esquecera das suas certidões que o confirmavam como representante da Igreja Católica na Ásia. De novo em Malaca, é confrontado pelo Capitão Álvaro de Ataíde de Gama que tinha agora controlo total do porto e se recusa a reconhecê-lo como representante da Igreja Católica e que exige a Pereira que resigne ao seu título de embaixador. O Capitão nomeia então uma nova tripulação para a nau e ordena que os presentes para o Imperador sejam deixados em Malaca.
De volta a Goa, Xavier não baixou os braços, ocupando-se em enviar para várias regiões da Índia os muitos grupos de novos jesuítas recém-chegados à Índia, com o objectivo de fundarem missões. Ocupou-se também com a direcção do Colégio de São Paulo em Goa, que formava catequistas e padres asiáticos, promovendo ainda a tradução de livros religiosos para as línguas locais.
Apesar da intensa actividade, Francisco Xavier acalentava o sonho de ir missionar na China, onde era proibida a entrada de estrangeiros. Parte a 14 de Abril de 1552, convencido de que conseguiria infiltrar-se secretamente e cativar chineses para o cristianismo. Desembarcou na ilha de Sanchoão e, quando se encontrava em negociações com um mercador chinês que prometera levá-lo consigo, foi atacado por febres violentas.
Morte
São Francisco Xavier morre a 3 de dezembro de 1552, numa humilde esteira de vimes, abraçado ao crucifixo que o velho amigo Inácio de Loyola, um dia, lhe tinha oferecido.
Foi primeiramente sepultado em Sanchoão, mas, em fevereiro de 1553, os seus restos mortais, encontrados incorruptos, foram transportados da ilha e, temporariamente, sepultados na Igreja de São Paulo em Malaca. Uma campa aberta na igreja mostra ainda hoje o lugar onde São Francisco Xavier esteve sepultado. Depois de 15 de abril de 1553, Diogo Pereira vem de Goa, remove o corpo de Xavier e, a 11 de dezembro desse ano, o corpo de Xavier é levado para Goa. O seu corpo está hoje na Basílica do Bom Jesus de Goa, onde o seu corpo foi colocado numa caixa de vidro e prata, a 2 de dezembro de 1637, e se tornou lugar de peregrinação.
Um osso do úmero direito de Xavier foi levado para Macau, onde é mantido num relicário de prata. Esta relíquia destinava-se ao Japão, mas a perseguição religiosa na região levou a que fosse mantida na Igreja da Madre de Deus em Macau, cujas ruínas são actualmente conhecidas como Ruínas de São Paulo. Hoje em dia, é na Igreja de São José, em Macau, que está depositada essa relíquia sagrada de São Francisco Xavier.
Muitas igrejas foram desde então erguidas em honra de Xavier, muitas delas fundadas por jesuítas. Um parente seu, João de Azpilcueta Navarro, foi um famoso missionário jesuíta no Brasil. São Francisco Xavier figura no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa.
Beatificação e Canonização
Francisco de Xavier é um santo católico. Foi beatificado pelo Papa Paulo V a 25 de outubro de 1619 e canonizado pelo Papa Gregório XV, a 12 de março de 1622, em simultâneo com Inácio de Loyola. É o santo patrono dos missionários. O seu dia festivo é 3 de dezembro.

Fonte: Wikipedia internet - Acessado em 26 de novembro de 2012.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Alunos do município de Senador José Porfírio são contemplados com transporte de qualidade

Equipe da SEMED
A Prefeitura Municipal de Senador José Porfírio, através da SEMED – Secretaria Municipal de Educação recebeu no dia 19 de novembro de 2012 mais 10 lanchas escolares que beneficiarão alunos da região de rios do município. Agora são 11 lanchas para o transporte escolar. Totalizando 13 lanchas.
Das 13 lanchas, adquiridas pela SEMED 11 (Onze) foram em convênio com Governo Federal e fazem parte do Programa Caminho da Escola, 01 (uma) é referente às condicionantes da Usina Hidrelétrica do Belo Monte e 01 (uma) com recurso próprio. 01 (uma) servirá para o trabalho pedagógico, 01 (uma) para os trabalhos administrativos e as 11 (onze) para transporte dos alunos. Elas atenderão aproximadamente 400 alunos de pelo menos 10 comunidades e mais ainda os técnicos da SEMED com atendimentos de visitas pedagógicas e administrativas nas escolas situadas na parte jusante da Hidrelétrica Belo Monte.
Praia do Leme - Local de chegada das lanchas
A chegada das lanchas foi comemorada pela Secretária de Educação: Diana Amorim da Silva Rocha que disse: “O mais importante é que agora os alunos e pilotos poderão trafegar com dignidade e segurança pelo rio, diminuindo as horas do percurso e tendo maior aproveitamento educacional. A lancha escola à todas as comunidades ribeirinha emociona à todos da SEMED, pois sempre sonhamos  e trabalhamos pela busca de educação de qualidade que perpassa por padronizar a rede educacional em todos os setores. Parabéns a todos. A conquista é coletiva!”
Lancha Padrão do FNDE

Também foi adquirida 01 (uma) lancha grande padrão FNDE e mais 10 com padrões específicos para a região da Ressaca, garantindo assim, cobertura total do transporte escolar ribeirinho no município.




Parabéns Senador José Porfírio!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Projeto: Gincana de Ciências Naturais

Organização das Equipes

A  área de conhecimento Ciências Físicas e Biológicas é parte integrante da Matriz Curricular na Base Comum Nacional, ou seja, torna-se obrigatória nas Escolas do Brasil, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei 9.394/96.
As ciências naturais encerram uma classificação que abarca as áreas da ciência que visam a estudar a natureza em seus aspectos mais gerais e fundamentais, isso é o universo como um todo, que é entendido como regulado por regras ou leis de origem natural e com validade universal, fazendo-o de forma a focar-se nos aspectos físicos e não no homem ou em aspectos antropogênicos em si. Embora o foco de estudos das cadeias naturais não recaia sobre o ser humano em específico, é importante ressaltar que, quer para as ciências naturais quer em sua forma abrangente, o ser humano é simplesmente parte integrante da natureza e não algo especial dentro dela, e por tal encontra-se inexoravelmente sujeito às mesmas regras naturais que regem todos os acontecimentos físicos, químicos e biológicos do universo, o qual esse também integra.
Além do uso tradicional, a expressão ciências naturais é por vezes usada no dia-a-dia como sinônimo história natural. Neste sentido, "ciência natural" podem estar subentendendo biologia e talvez alguma das Ciências da Terra, em oposição às então ditas ciências físicas, como astronomia, física e química.
Para consolidação das habilidades praticadas pelos estudantes durante o ano letivo das turmas de 6ª séries da EMEF. Rosa Alvarez Rebelo, escola localizada na Zona Urbana do Município, o professor Leandro Patrick de Oliveira Pena, vem realizando desde 2011 O Projeto Gincana de Ciências Naturais.
Segundo o professor Leandro Patrick a Gincana proporciona um melhor aprendizado dos conteúdos estudados em sala de aula, pois os alunos se esforçam mais para que no dia possam responder corretamente as questões, e essa atividade também vem proporcionando 100% de aprovação dos estudantes.
É sabido que os jogos desenvolvem raciocínio lógico e ajudam nas decisões entre os grupos, diminuem os preconceitos entre os alunos de diferentes níveis, podendo assim um ajudar o outro.
Desta forma, os jogos da Gincana de Ciência Naturias tornam-se atividades lúdicas, pois os alunos sentem mais satisfação e prazer em estudar e participar, tendo um resultado bem melhor do que com as provas tradicionais.

Organização dos nomes para paraticipar dos jogos
Uma gincana é um tipo de competição recreativa que tem o objetivo de pôr à prova as habilidades físicas ou mentais dos membros de duas ou mais equipes.
As gincanas são divididas em várias provas com características extravagantes e sem utilidade prática, alguns exemplos são:
"Corrida do saco": os competidores devem percorrer o mais rapidamente possível uma distância dentro de um saco que vai em média até suas cinturas.
"Ovo na colher": os competidores devem percorrer o mais rapidamente possível uma distância equilibrando um ovo numa colher sem deixá-lo cair
"Cabo de guerra: um número variável de competidores de duas equipes puxam em sentido contrário uma corda. Vence quem conseguir que toda a equipe adversária atravesse uma linha pintada no chão.
"Caça ao tesouro": a organização da gincana elabora pistas para que as equipes possam encontrar um "tesouro". Ganha a equipe que alcançar o objetivo em menos tempo.
Há também provas de caráter cultural, com perguntas de temas e formatos variados, como "stop", charadas etc
Porém, a Gincana de Ciências Naturais é uma atividade lúdica que reune vários conteúdos estudados durante o ano letivo e contribui com o desenvolvimento intelectual dos estudantes.

Hora do Jogo Verdadeiro ou Falso
Habilidades:
Reconhecer a célula animal;
Interpretar e respeitar diferentes representações sobre a origem da vida de acordo com o contexto cultural nas quais se apresentam;
Propor procedimentos de investigação sobre a diversidade biológica
Reconhecer os diferentes reinos de seres vivos;
Perceber a possibilidade de prever as características de um ser vivo em função de sua localização na classificação biológica;
Reconhecer a importância da classificação biológica para a organização e compreeensão da enorme diversidade de seres vivos;
Utilizar conceitos biológicos, como por exemplo, unicelular, pluricelular, autótrofo e heterótrofo, dentre outros, na caracterização dos seres vivos;
Reconhecer bactérias, fungos e protozoários a partir de suas características celulares;
Identificar a importância das bactérias, fungos e protozoários na natureza;
Identificar as doenças causadas por vírus, bactérias, fungos e protozoários;
Relacionar algumas adaptações dos animais à vida nos ambientes aquático e terrestre;
Produzir síntese pessoal sobre a diversidade e importância dos animais para a natureza e para a humanidade.

Conteúdos:
A organização dos seres vivos;
Em busca de matéria e energia;
A origem da Vida;
Os seres vivos se reproduzem... e evoluem;
Classificando os seres vivos;
Vírus;
As Bactérias;
Fungos;
Protozoários e algas unicelulares;
Peixes;
Anfíbios;
Repteis;
Aves;
Mamíferos.
Atividades (Jogos)
Jogo do Verdadeiro ou Falso
Perguntas Diretas
A alternativa Correta
Jogo das pistas
Jogo da Forca Científico
Jogo da Velha Científico
Batalha dos Animais

Turma campeã da gincana: 602
Resultado da Gincana
A Gincana de Ciências Naturais foi organizada e coordenada pelo Professor Leandro Patrick e apresentada pelo Coordenador de Ensino da Secretaria Municipal de Educação: Professor Luiz Pena.
Participaram 2 (duas) turmas de 6ª série, as quais tiveram um desempenho excelente nas atividades, as equipes estavam afinadas na parte do conhecimento e corresponderam as expectativas de aprendizagem esperada em relação a área de conhecimento Ciências Naturais.
A Gincana foi realizada, no sábad dia 17 de novembro, no Salão Paroquial da Igreja Matriz São Francisco Xavier, devido ser um espaço que pode abrigar várias estudantes com uma boa estrutura física. No final das atividades todos os participantes agradeceram os responsáveis pela concessão do local para que pudesse ser realizada a gincana.

Coordenadora Sonira e Professor organizador da Gincana
Leandro Patrick
Durante a Gincana compareceu para dar apoio a Coordenadora Pedagógica da EMEF Rosa Alvarez Rebelo professora Sonira Izabel Rodrigues.
O melhor de tudo foi que ninguem perdeu, todos ganharam. O conhecmento ficou e o pofessor adiciounou para os alunos pontuações valendo notas do 4º Bimestre.

Turma 601
 A pontuação atingida nos jogos terminou acirrada, quase um empate técnico, porém a turma 602 acertou mais questões conseguindo 2 pontos a mais que a turma 601, tornando-se assim campeã da Gincana de 2012.
Parabéns aos estudantes que dedicaram-se e prepararam-se para a gincana, parabéns também a coordenação da escola pelo apoio e em especial ao professor Leandro Patrick pela grande ideia de realizar uma gincana deste poste em ciências.



Ansiedade antes do resultado